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Quando as pessoas andam em círculos

01

janeiro
Dramaturgia
  • Daniel Belmonte
  • Gustavo Bicalho
Direção
  • Gustavo Bicalho
  • Henrique Gonçalves
Elenco
  • Bruno Jablonsky
  • Ciro Acioli
  • Gabriel Rochlin
  • Igor Orlando
  • Isis Pessino
  • Júlia Bruck
  • Leonardo Bianchi
  • Mag Pastori
Descrição:
“Quando as pessoas andam em círculos” é uma fábula teatral voltada para o público jovem, que tem como tema o medo e a angústia no mundo contemporâneo e de como o jovem lida com as incertezas e inseguranças que a modernidade propõe.

O texto, desenvolvido por dois autores após uma intensa pesquisa sobre o que há de mais expressivo no teatro jovem contemporâneo, resulta em uma peça ágil, instigante e inovadora, que não oferece respostas prontas e instiga uma reflexão mais profunda sobre os temas apresentados.

A trama acontece em uma “balada”, onde os personagens precisam enfrentar questões pessoais que geram tensões e ameaças constantes, ao mesmo tempo que a iminência de um atentado terrorista põe em risco a segurança de todos os jovens presentes na festa.

- Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem - Melhor Ator - Ciro Acioli.

Classificação etária: 16 anos
 
Equipe de Criação:
Direção de movimento: Paulo Mazzoni
Preparação vocal: Verônica Machado
Pesquisa musical: Gustavo Bicalho
Desenho de som: Luciano Siqueira
Figurinos e adereços: Fernanda Sabino e Henrique Gonçalves
Cenografia: Karlla de Luca
Desenho de luz: Rodrigo Belay
 
Equipe Técnica:
Operador de luz: Gabriel Pietro e Poliana Pinheiro
Operador de som: Luciano Siqueira
 
Equipe de Divulgação:
Projeto gráfico: Bruno Dante
Fotografias: Andrea Nestrea e Christina Amaral
Registro videográfico: Chamon Audiovisual
RP: Evandro Rius
Assessoria de imprensa: Alexandre Aquino
Registro Videográfico: Chamon Audiovisual
 
Equipe de Produção:
Produção: Daniel Belmonte
Direção de produção: Henrique Gonçalves
Realização: Artesanal Cia. de Teatro/2018

Este é um espetáculo de muita potência e muito talento. Nele, o grupo traça uma radiografia forte da juventude que toma remédio para ansiedade e depressão, a chamada ‘juventude Prozac’, e tem medo de tudo: de tomar decisões, dos percalços corriqueiros da vida, de relacionamentos, de olho no olho.

Dib Carneiro Neto / Crítico Teatral